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2013-07-30

A ESTRELA NO VERÃO TAMBÉM É SERRA (CONT.)



Partimos em direção ao Parque Natural da Serra da Estrela. Almoço marcado no Museu do Pão, em Seia. Desde 2002, este museu tem o objetivo de preservar e divulgar a história e cultura deste alimento. Dentro do complexo encontra um Restaurante, uma Mercearia, e um Museu. Na Mercearia pode comprar pão, doces de fruta e mel, ou peças de artesanato da região. 
À mesa sentou-se o chouriço e o presunto, o bacalhau e a carne de porco. Houve ainda lugar para o Leite Creme e para o Arroz Doce. Já com a barriga farta e o coração cheio, fomos em direção à torre.
Da Lagoa Comprida pouco se viu por causa do nevoeiro. Na Torre, os 10ºC de temperatura pouco convidaram a passeios, além disso nem um palmo à frente do nariz se avistava. Na descida até Manteigas, as paisagens compensaram a viagem e a vista sobre o vale Glaciar do Zêzere é linda!


Em jeito de resumo o percurso efetuado nestes dias foi assim:


Conte sempre com alguns kilómetros, mas a variedade de paisagem e locais para visitar é enorme. Devo confessar que não ia à Serra da Estrela desde miúda (eu sei...eu sei...) mas do que me lembro gostei ainda mais de a rever nesta época do ano. 

2013-07-29

A ESTRELA NO VERÃO TAMBÉM É SERRA


Ponte das Três Entradas. Fica em Avô, no concelho de Oliveira do Hospital, e diz-se ser única no mundo, devido ao seu formato de Y. Mesmo junto à ponte existe um parque de campismo com o mesmo nome, e embora há muito tivesse preferido o conforto de uma cama, à dureza do chão, os bungalows parecem-me um excelente compromisso entre Natureza e Conforto! O preço era simpático: 51€/noite, dormem até 4. Arrancámos na sexta feira à tarde e viemos no domingo.
Por si só, a localidade não tem nada de especial, mas a sua localização permite chegar rapidamente a aldeias de xisto, praias fluvias ou ao Parque Natural da Serra da Estrela. 
No sábado partimos em direção a Piodão, uma das aldeias mais antigas do país. Toda a circulação entre as casas da povoação tem de ser feita a pé, uma vez que é impossível passar qualquer veículo.  As casas são de xisto, com portas e janelas de cor azul, dispõem-se ao longo das estreitas ruelas de pedra, enfeitadas com vasos de flores de todas as cores. Na aldeia encontra 2 capelas, 2 restaurantes e algum comércio tradicional.


O dia chuvoso não estava muito convidativo a passeios longos e depressa partimos em direção a outrs paragens: Alvoco das Várzeas. Junto à ponte romana, existe uma pequena praia, onde uma pequena cascata de água desagua. A água é baixinha, e mesmo chuviscando, convidava a um mergulho.


Seguimos agora para Loriga, e mais um praia fluvial (candidata a maravilha portuguesa em 2012). No meio do granito, lagoas de água cristalina dispõem-se no centro do vale rodeado por verdes e maciços.


Finda a tarde, regressámos ao alojamento. O resto da viagem...vai ter que ficar para amanhã!